Componentes da droga mais destrutiva do mundo podem fazer bem à saúde – Sol (Inscrição)

Sociedade 1 de agosto 2017

Descoberta foi feita por portugueses

A droga mais destrutiva do planeta, a “krokodil”, tem 95 componentes analgésicos, e alguns deles têm um enorme potencial para serem utilizados para fins terapêuticos.

O resultado foi agora publicado na revista científica Chemical Researh in Toxicology, e é da autoria de uma equipa de investigadores portugueses, liderada por Ricardo Dinis-Oliveira, que desenvolvou o método existente de forma a detetar a droga no sangue e na urina.

“Ao estudarmos a parte má de uma droga tão viciante como o ‘krokodil” – que é mais ácida, agressiva e corrosiva do que qualquer outra no mercado, podendo levar à amputação de membros –, interrogámo-nos sobre o que leva as pessoas que o injetam a tolerar a dor e, ao mesmo tempo, a ter prazer na administração”, afirma Ricardo. “Foi assim que identificámos 95 moléculas que, pelo facto de serem semelhantes à morfina, poderão ser também excelentes ferramentas terapêuticas no tratamento e alívio da dor severa, sobretudo quando os tratamentos clássicos deixam de ter eficácia”, conclui.

Antes de o artigo ser publicado pela revista , a 30 de maio, a equipa submeteu à Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), um projeto de investigação para estudar qual ou quais das moléculas analgésicas se mostrará mais promissora para o tratamento de vários casos de dor.

Entre os destinatários para receber estes analgésicos estão os queimados, politraumatizados, a dor oncológica e cuidados paliativos.

O “krokodil” é uma droga altamente destrutiva e ganhou este porque provoca uma aparência esverdeada e escamosa na pele dos que a consomem, e é muito difundida em países asiáticos e nos Estados Unidos, tendo como principal componente psicoactivo um opioide semissintético – a desomorfina.

Sociedade 1 de agosto 2017

Descoberta foi feita por portugueses

A droga mais destrutiva do planeta, a “krokodil”, tem 95 componentes analgésicos, e alguns deles têm um enorme potencial para serem utilizados para fins terapêuticos.

O resultado foi agora publicado na revista científica Chemical Researh in Toxicology, e é da autoria de uma equipa de investigadores portugueses, liderada por Ricardo Dinis-Oliveira, que desenvolvou o método existente de forma a detetar a droga no sangue e na urina.

“Ao estudarmos a parte má de uma droga tão viciante como o ‘krokodil” – que é mais ácida, agressiva e corrosiva do que qualquer outra no mercado, podendo levar à amputação de membros –, interrogámo-nos sobre o que leva as pessoas que o injetam a tolerar a dor e, ao mesmo tempo, a ter prazer na administração”, afirma Ricardo. “Foi assim que identificámos 95 moléculas que, pelo facto de serem semelhantes à morfina, poderão ser também excelentes ferramentas terapêuticas no tratamento e alívio da dor severa, sobretudo quando os tratamentos clássicos deixam de ter eficácia”, conclui.

Antes de o artigo ser publicado pela revista , a 30 de maio, a equipa submeteu à Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT), um projeto de investigação para estudar qual ou quais das moléculas analgésicas se mostrará mais promissora para o tratamento de vários casos de dor.

Entre os destinatários para receber estes analgésicos estão os queimados, politraumatizados, a dor oncológica e cuidados paliativos.

O “krokodil” é uma droga altamente destrutiva e ganhou este porque provoca uma aparência esverdeada e escamosa na pele dos que a consomem, e é muito difundida em países asiáticos e nos Estados Unidos, tendo como principal componente psicoactivo um opioide semissintético – a desomorfina.

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